terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O TEXTO TEATRAL

Para: 8a série
Objetivo: auxiliar nos trabalhos dos livros bimestrais.
Prazo: ...

A maneira de se escrever uma peça teatral segue exatamente o modelo abaixo:

CENA 1 - PERSONAGEM(NS)

PERSONAGEM 1 (SEMPRE EM CAIXA ALTA)
(comandos da direção) fala do personagem 1 (não usar caixa alta)

PERSONAGEM 2
fala do personagem 2

Assim sendo, vejamos o exemplo do livro "O Avarento".

CENA 1 - ELISE E VALÉRIO

VALÉRIO
(entrando) Elise, o que houve? O que está acontecendo?
ELISE
(nervosa) Estou com medo, Valério!
VALÉRIO
Mas medo do quê, querida?
ELISE
Tenho medo de que me abandones, ainda mais porque sei que pretendes encontrar sua família, e em breve estarás longe daqui. E sei que não vais voltar.
VALÉRIO
Mas eu jamais te abandonaria, meu amor. Nosso amor é minha razão de viver... E eu nunca te dei motivos para desconfiar de mim!
ELISE
Mas os homens são todos iguais...

E assim vai!
Usem como modelo para construírem as peças teatrais dos livros.

Beijos,
Titia: a governanta da casa do Seu Portuga.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Quer emagrecer? Pois então "LEIA"!

Para: 6a, 7a e 8a séries
Objetivo: praticar leitura, fazer pesquisa
Prazo: até sexta, dia 2/Março

Ler emagrece

Um estudo encomendado pela rede de livrarias britânicas Borders reforçou o ditado “mente sã, corpo são”. O ato de ler já gasta algumas calorias, porém o estudo comprovou que ao ler livros de ação e suspense, a taxa média de calorias que são gastas dobra. Isso se dá pelo fato de que livros ligados a esses temas provocam a produção de adrenalina, um hormônio que prepara o corpo para situações de estresse, reduzindo o apetite e queimando calorias.

A pesquisa ainda cita os livros que geram mais adrenalina, ou seja, que mais emagrecem. Encabeçando a lista está “Polo”, de Jilly Cooper, que provoca a queima de 1,1 mil calorias (equivalente a um Big Mac); seguido do famoso “Código da Vinci”, queimando 855 calorias (uma barra de chocolate). Ainda estão na lista dos mais “diets”, títulos como “O Exorcista” de William Blatty; e “O Iluminado” de Stephen King.

Fonte: Brasil Escola

Para vocês verem, ler só tem vantagens. Vamos montar a biblioteca da Casa do Seu Portuga? Pesquisem - numa livraria, de preferência - um livro de suspense ou de ação e divulgue aqui. Se você já o leu, dê sua opinião. Não se esqueça de colocar:

1 - Título da obra;

2 - Autor;

3 - Editora.

Vou passar para a professora Pollyana o nome de um livro. Se ele aparecer por aqui, o elemento sortudo vai ganhá-lo de presente. No caso de mais de um postar o mesmo livro, haverá sorteio.

Vamos nessa, que o Seu Portuga está doido para inagurar a biblioteca!

EU: ESCRITOR(A)
(complete o texto com um parágrafo)
Para: 6a, 7a, e 8a séries
Objetivo: praticar leitura e escrita em norma culta
Prazo: até sexta, 2/Março

Aprendendo a desistir

(persistência X insistência)

Neste mundo a gente cresce escutando que desistir é coisa de covarde, mas há coisas das quais a gente tem de desistir, e isso demanda muita coragem. A decisão de desistir é ainda mais difícil que a decisão de tentar!!! Por isso, só os bravos desistem, enquanto os covardes insistem, e insistem, pois é mais cômodo assim: não há o que se repensar, ou estratégias a serem refeitas; basta vencer pelo cansaço, até o cansaço vencer você... Mas hoje só sinto alívio, pois descobri que preciso desistir de...

ATENÇÃO: não tenham pressa! Amadureçam o texto, e postem perto do prazo final!

O VENDEDOR DE PALAVRAS
(o jogo do dicionário)

Para: 6a, 7a e 8a séries
Objetivo: praticar a leitura e ampliar o vocabulário.
Prazo: até sexta, dia 2/Março


De: Fábio Reynol
Ouvi dizer que o Brasil sofria de uma grave falta de palavras... Em um programa de TV, vi uma escritora lamentando que não se liam livros nesta terra, por isso as palavras estavam em falta na praça. O mal tinha até nome de batismo, como qualquer doença grave: "indigência lexical". Comerciante de tino que sou, não perdi tempo em ter uma ideia fantástica. Peguei dicionário, mesa e cartolina e saí ao mercado cavar espaço entre os camelôs.

Entre uma banca de relógios e outra de lingerie, instalei a minha: uma mesa, o dicionário e a cartolina na qual se lia: "Histriônico - apenas R$ 0,50!".
Demorou quase quatro horas para que o primeiro de mais de cinquenta curiosos parasse e perguntasse.
- O que o senhor está vendendo?
- Palavras, meu senhor. A promoção do dia é histriônico a cinqüenta centavos,
como diz a placa.
- O senhor não pode vender palavras. Elas não são suas. Palavras são de todos.
- O senhor sabe o significado de histriônico?
- Não.

- Então o senhor não a tem. Não vendo algo que as pessoas já têm ou coisas de que elas não precisem.
- Mas eu posso pegar essa palavra de graça no dicionário.

- O senhor tem dicionário em casa?
- Não. Mas eu poderia muito bem ir à biblioteca pública e consultar um.

- O senhor estava indo à biblioteca?

- Não. Na verdade, eu estou a caminho do supermercado.
- Então veio ao lugar certo. O senhor está para comprar o feijão e a alface, pode muito bem levar para casa uma palavra por apenas cinqüenta centavos de real!
- Eu não vou usar essa palavra. Vou pagar para depois esquecê-la?
- Se o senhor não comer a alface ela acaba apodrecendo na geladeira e terá de jogá-la fora; e o feijão caruncha.
- O que pretende com isso? Vai ficar rico vendendo palavras?
- O senhor conhece Nélida Piñon?
- Não.
- É uma escritora. Esta manhã, ela disse na televisão que o País sofre com a
falta de palavras, pois os livros são muito pouco lidos por aqui.
- E por que o senhor não vende livros?

- Justamente por isso. As pessoas não compram as palavras no atacado,
portanto eu as vendo no varejo.
- E o que as pessoas vão fazer com as palavras? Palavras são palavras, não enchem barriga.
- A escritora também disse que cada palavra corresponde a um pensamento. Se temos poucas palavras, pensamos pouco. Se eu vender uma palavra por dia, trabalhando duzentos dias por ano, serão duzentos novos pensamentos cem por cento brasileiros. Isso sem contar os que furtam o meu produto. São como trombadinhas que saem correndo com os relógios do meu colega aqui do lado. Olhe aquela senhora com o carrinho de feira dobrando a esquina. Com aquela carinha de dona-de-casa, ela nunca me enganou. Passou por aqui sorrateira, olhou minha placa e deu um sorrisinho maroto, se mordendo de curiosidade. Mas nem parou para perguntar. Eu tenho certeza de que ela tem um dicionário em casa. Assim que chegar lá, vai abri-lo e me roubar a carga. Suponho que para cada pessoa que se dispõe a comprar uma palavra, pelo menos cinco a roubarão. Então eu provocarei mil pensamentos novos em um ano de trabalho.
- O senhor não acha muita pretensão? Pegar um...
- Jactância.

- Pegar um livro velho...

- Alfarrábio.

- O senhor me interrompe!

- Profuso.

- Está me enrolando, não é?
- Tergiversando.

- Quanta lenga-lenga...

- Ambages.

- Ambages?

- Pode ser também evasivas.
- Eu sou mesmo um banana para dar trela para gente como você!

- Pusilânime.

- O senhor é engraçadinho, não?

- Finalmente chegamos: histriônico!

- Adeus.

- Ei! Vai embora sem pagar?
- Tome seus cinqüenta centavos.
- São três reais e cinqüenta.
- Como é?
- Pelas minhas contas, são oito palavras novas que eu acabei de entregar para o senhor. Só histriônico estava na promoção, mas como o senhor se mostrou interessado, faço todas pelo mesmo preço.
- Mas oito palavras seriam quatro reais, certo?

- É que quem leva ambages ganha uma evasiva, entende?

- ...Tem troco para cinco???

Esse texto é parte do livro de Fábio Reynol, jornalista. Ele nos inspira a jogar o "jogo do dicionário".

O jogo é assim:

Eu vou deixar uma palavra aqui - ESTAFERMO!

Daí, o primeiro elemento que postar aqui trará:

1 -
o significado dela;
2 - fará uma frase com ela;

3 - dará um valor a ela (de 0,50 a 3,50)

4 - deixará uma palavra para o elemento seguinte fazer o mesmo.


Entendido?

Você deve pegar a palavra dada por seu colega do cometário anterior a você. Se houver repetição acidental, por pessoas postarem simultaneamente, não há problemas!!!


Eu vou passar para a professora Pollyana o preço de uma palavra. Aquele que tiver a sorte de acertar, ganhará o valor em dinheiro. (lembrem-se: o valor vai de 0,50 a 3,50)

Vamos nessa! Temos um "Dicionário dos Elementos" para construir e integrar a biblioteca da Casa do Seu Portuga.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

EU: ESCRITOR(A)

VENCEDORES DO CAPÍTULO 1



6B - ESTHER E GABRIEL BROTTO

7A - JÚLIA E DANNIEL

7B - ISABELLA E VINICIUS ALESSANDRO

8A - DRIKA E MATHEUS

8B - BRUNA E FILIPE


Amorecos de Titia!



Foi dureza escolher apenas um casal de cada turma, pois li tanta coisa bacana aqui que ficou quase impossível decidir. Mas como era necessário, formei um juri entre meus amigos carnavalescos aqui e chegamos ao veredito. Mas, há gente que não pode ficar sem um parabéns especial também. São eles:

6B - Gabriela, Millena e Nathália.
7A - Brena.
7B - Leonardo, Arthur Gomes, Marco Antônio, Lucas Gonçalves e Lara.
8A - Nathália Dantas, Pedro Henrique, Ana Livia, Sabrina, Bianca e Andrei.
8B - Maria Eduarda, Júlia, Alice, Renata, Alycia, Michelle e Bruno Matheus.


Vocês já começaram bem, chegaram muito perto, então, continuem assim. Infelizmente, houve elemento que não postou no prazo, por isso ficou de fora da escolha; e houve outros que nem postaram. Titia ficou triste, claro, mas espera que na próxima etapa não só obedeçam ao prazo e escrevam, como estejam na lista dos campeões.



Onde estou, a conexão anda estranha, por isso não consegui fazer todas as correções (ainda). Farei-as, uma a uma, até o dia da postagem do segundo capítulo da nossa obra... É por isso também que estou antecipando as próximas postagens, que só seriam lançadas na 2a, dia 20/2.





Não dá pra negar: foi um ótimo começo!!!



Bom carnaval a todos, e sigamos adiante com os novos e curiosos aposentos da Casa do Seu Portuga! Aproveitem, 8A/B, a aula de reforço que disponibilizei aqui!




Beijos, Tia Duda!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

CLASSIFICAÇÃO DE ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS


Para: 8A/B

Objetivo: reforçar a aula de gramática.

Prazo: ...



Olá, elementos da 8a série.

Para ajudar na conceituação e exemplificação, disponibilizo aqui um novo cômodo da Casa do Seu Portuga: a Biblioteca Virtual. É um material extra para vocês imprimirem e colocarem no caderno ou junto à gramática para ser mais uma fonte de consulta e de preparação para as provas.

Beijos,

Titia Duda.



Primeiramente, vamos conceituar:



FRASE: enunciado de sentido completo que não é construído em torno de um verbo. Ex.: "Socorro!"; "Fogo!"



ORAÇÃO = enunciado de sentido completo construído em torno de um verbo.


Ex.: "Suma daqui!"; "Estou com calor!", etc.



ORAÇÃO ABSOLUTA = PERÍODO SÍMPLES = enunciado de sentido completo onde haja apenas UM verbo OU uma locução verbal.



PERÍODO COMPOSTO = enunciado de sentido completo onde haja DOIS OU MAIS verbos OU locuções verbais.



PERÍODO COMPOSTO pode ser: POR SUBORDINAÇÃO OU COORDENAÇÃO.



PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO contém ORAÇÃO PRINCIPAL + ORAÇÃO SUBORDINADA.



ORAÇÕES SUBORDINADAS podem ser: SUBSTANTIVAS (geradas a partir de um substantivo); ADJETIVAS (geradas a partir de um adjetivo); ou ADVERBIAIS (geradas a partir de um advérbio).



As ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS podem ser:



*SUBJETIVAS - quando têm função de sujeito da oração principal.

Ex.: "É fundamental que você compareça à reunião."



Sentido: "É fundamental ISSO"/"ISSO é fundamental" - portanto, a oração "que você compareça à reunião" é sujeito da oração principal "É fundamental".



São subjetivas ainda as orações com as estruturas abaixo:



1 - Verbos de ligação + predicativo


É bom - É útil - É conveniente - É certo - Parece certo - É claro - Está evidente - Está comprovado.



2 - Expressões na voz passiva
Sabe-se - Soube-se - Conta-se - Diz-se - Comenta-se - É sabido - Foi anunciado - Ficou provado



3 - Em verbos com sentido de ligação.

convir - cumprir - constar - admirar - importar - ocorrer - acontecer



OBSIMP (observação importante): quando a oração subordinada substantiva é subjetiva, o verbo da oração principal está sempre na 3ª. pessoa do singular.



*PREDICATIVAS - quando têm função de predicativo do sujeito do verbo da oração principal.

Ex.: "Nosso desejo era que ele passasse no vestibular"



Sentido: "Nosso desejo era ISSO" - portanto, se "Nosso desejo" é o sujeito, e "era" é o verbo de ligação, a oração subordinada tem função de predicativo do sujeito



*OBJETIVA DIRETA - quando têm função de objeto direto da oração principal.

EX.: "A professora conferiu se todos os alunos estavam na sala."



Sentido: "A professora conferiu ISSO" - quem confere, confere algo. Portanto, a oração subordinada tem função de objeto direto do verbo da oração principal)



OBSIMP: as Or.Sub.Subst. Obj. Direta são iniciadas pelas conjunções QUE/SE; pelos pronomes interrogativos QUEM/QUAL/QUANTO; e pelos advérbios COMO/QUANDO/ONDE/ POR QUE/QUÃO.



*OBJETIVA INDIRETA - quando têm a função de objeto indireto do verbo da oração principal.

Ex.: "Ela não gosta de que a chamem de senhora"



Sentido: "Ela não gosta DISSO" - quem gosta, gosta DE algo; portanto, a oração subordinada é objeto indireto do verbo da oração principal



OBSIMP: sempre há uma PREPOSIÇÃO entre o verbo da oração principal e o conectivo que a liga à or. subordinada.



*APOSITIVAS - quando têm função de aposto de algum termo da oração principal.

Ex.: "Fernanda tinha um grande sonho: que chegasse o dia de seu casamento."



Sentido: "Fernanda tinha um grande sonho: ISSO; portanto, se explica qual o sonho de Fernanda, é um aposto explicativo.



OBSIMP: se há os dois pontos, não há dúvida, é aposto. Mas nem sempre o aposto vem assim ou entre vírgulas. Pode não haver pontuação separando-o de seu termo. Importante é perguntar a essa oração "a quem se refere?".



*COMPLETIVAS NOMINAIS - Quando têm função de complemento de um NOME da oração principal (seja ele um adjetivo ou um substantivo abstrato)

Ex.: "Sentimos orgulho de que você amadureceu."



Sentido: "Sentimos orgulho DISSO" - enquanto na objetiva indireta o nome "DISSO" complementa o VERBO "gosta"; aqui, na completiva nominal, o termo "DISSO" complementa o NOME "orgulho". Se esse termo se refere ao nome, é completiva nominal!




Espero ter clareado mais! O que acharam?

Podem comentar no espaço de vocês.

Já ouviu falar da "Língua do P"???

JÁ OUVIU FALAR DA "LÍNGUA DO P"???


Para: 6ª, 7ª, e 8ª séries
Objetivo: praticar leitura e escrita, conhecer curiosidades da língua, exercitar a criatividade
Prazo: até 24/fev


Quando a titia aqui era criança, existia uma tal "língua do P". Ela ainda está por aí, mas se tornou muito pouco usada, por isso, talvez a geração de vocês não conheça. Era uma brincadeira de código onde separávamos as sílabas das palavras e colocávamos um "P" antes de cada uma. Assim, "PIPOCA" se tornava "P-pi-P-po-P-ca"... Nos divertíamos porque os adultos demoravam para entender o que dizíamos. Nos sentíamos o máximo por isso! (risos). Além do que, não dá pra negar que aprendemos direitinho a separar as sílabas. Foi bem útil! Tão útil, aliás, que parece que um dia alguém se inspirou nessa letrinha e resolveu escrever um texto somente com palavras iniciadas por ela. Vejam só que incrível...


Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes.


-Paris! Paris! - proferiu Pedro Paulo. -Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.


Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:


-Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?


-Papai! - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.


Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.


Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.


Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando…”


Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar. Pensei! Portanto, pronto pararei.


(autor desconhecido)


AGORA É A SUA VEZ! Escolha uma letra qualquer e tente fazer um texto pequeno usando somente palavras iniciadas por ela. No mínimo uma frase, tá?!


Aliás, EU COMEÇO! E escolho a letra V:


"Vista-se, Valquíria! Venha voando, vamos ver vovó varrendo vento vinte vezes, vestindo vestido verde, vigiando vovô vendendo vitaminas, vaselina, violões velhos, velas e varas vermelhas. Venha, Valquíria, vamos viajar! Vamos ver vida valorizada... Vontades valendo, virtudes vencendo, várias vozes versando vaidosos versos."


Valioso, viram?! Vão vocês, VALENDO...